
Lá atrás citei rapidamente as profissões femininas, e a reação da minha imunidade aos estímulos emitidos por cabelereiros, aeromoças (ops Comissários), arquitetos, aristas plásticas e atrizes de teatro e outras tantas, as quais evito ao máximo sob orientação do meu alergista.
Minha rinite/bronquite(asma)/sinusite pede distância do pool imunogênico emitido por todo o talento e pendor feminino nato desses profissionais, que todos os dias concentram tudo quanto há (e se for preciso forçar, demorou) de mulher em um ser masculino em extinção:
Isso tudo aí em cima pode piorar?
"Como nón"?
Uma destas pode perceber um deficit nas longas caçadas da vida, ouvir tititis maldosos por transeuntes, broxadas homéricas quando confessam seus atributos profissionais reais e aí então...
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"escatapaft"!!!
Aparecem na cena gay ou nos buracos negros dos chats virtuais do uol como "militares/milicos", "skatistas" ou "surfistinhas" wannabe, bombadões/saradões androgenicamente broxados (com o Corpo do Tarzan, a Voz da Jane e a cabeça da Chita), "policiais" com a farda na lavanderia... e tantos outros papéis genuinamente heterossexuais com uma pitada de fetiche gay que as bichas tentam desesperadamente encrustrar em suas cabeças e na de seus pretendentes.
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As tesouras, secadores,maquetes, tintas, palcos, máscaras e a maquiagem ficaram lá no mundo real.Nasce agora um tipinho hetero-discreto-com-cara-de-vou-te-comer...
(fake, por favor)
Bruna Surfistinha me perdoe, mas dentre todos estes quero frisar o périplo das bichas paulistanas que se dizem surfistas,mais pragas nos sites de procura do que o mosquito da dengue. Como se na metrópole existissem ondas provindas de enchentes ou de enxorradas urbanas sob o qual elas pudessem sustentar seu recalque e parecerem mais másculas sob a vista do grande público.Uma "marca de sungão" às custas de um bronze muxibinha obtido na piscina do prédio (ou na laje mesmo,mas esse será oooutro tópico...) ou em clínicas de bronzeamento artificial.
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Pra elas isto ja justificaria via webcam sua auto-inclusão no grupo dos surfers, que bem provavelmente levariam essas infelizes à linchação pública nas areias do Brasil afora por tamanha heresia.
O surf é um esporte, um estilo de vida, não mais uma epifania do estro das bichas femininas paulistanas.
2 comentários:
O surfar poser sobre os metrôs paulistanos é divino!!
aff...
ahasou fofuxo!!
beijitos dumdum para usted!
Conheço muuuuuuuuuuuuitos surfistas paulistanos, como sempre mais um recalque que sou obrigada a ler. Esse ano o blog está fraquissimo.
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